quinta-feira, 30 de outubro de 2014

Palestra Realizada

Palestra:

Tema: Voluntariado
Data: 21/10/2014
Local: ETEC Parque Belém
Público: Alunos dos cursos técnicos Orientação Comunitária, Logística e Eventos. 
Voluntários(as): Palestrantes " Rodrigo Domingues e Marcio Massaroto" ; Apoio: Evelyn Massaroto





Ser voluntário é doar seu tempo, trabalho e talento  para causas de interesse social e comunitário e com isso melhorar  a qualidade de vida da comunidade.*


É uma alegria enorme atuar com consciência
 e mobilizar com alegria. 
Obrigado pela Rica Oportunidade!!!










*Fonte: http://www.voluntariado.org.br/?p=oqueeservoluntario.php, acessado em 17/10/2014

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Ser voluntário


Ser voluntário é saber compartilhar o que temos de mais precioso: amor, felicidade, sabedoria, conhecimento, tempo e humildade. O voluntariado, então, pressupõe o compartilhar, e não o descartar as sobras do cotidiano.

* Por Suzana Maria de Conto
Refletir sobre o que é ser voluntário exige a compreensão do papel do "eu" e do "nós" na sociedade. Ou seja, exige questionar: qual é o nosso papel social?
Ser voluntário é saber compartilhar o que temos de mais precioso: amor, felicidade, sabedoria, conhecimento, tempo e humildade. O voluntariado, então, pressupõe o compartilhar, e não o descartar as sobras do cotidiano. No momento em que nos predispomos a compartilhar o que temos de melhor com as pessoas, é possível, então, dizer que somos voluntários.
Parafraseando Braghirolli, Pereira e Rizzon (2000) ao analisarem sobre "iniciativa ou complexo de culpa", cabe dizer que o voluntário que vivencia positivamente a atividade de compartilhar o que tem de melhor, desenvolvendo a iniciativa, é capaz de "mergulhar" em uma tarefa pelo prazer que esta lhe dá, pela paixão de estar em uma atividade diferente daquela que ocorria em seu dia-a-dia.
Com o voluntariado aprendemos a ser empreendedores sociais. O voluntariado nos ensina a alorizar o amor ausente e não apenas o amor presente, a desconstruir conceitos, banir preconceitos e construir novos conceitos e, portanto, construir novos referenciais em nossas vidas.
Em síntese, é importante desenvolver a iniciação à arte de compartilhar: uma conduta sadia, inteligente, lógica e construtiva. Quem desenvolver, certamente experimentará uma nova escala de valores em suas vidas, humanizando cada vez mais o seu cotidiano. Não se trata de buscar respostas verbais sobre o papel do voluntário, mas de novas formas de agir, as quais sem dúvida exigem novos conhecimentos, novas condutas e novas aprendizagens. Como fazer? A resposta é: começar para experimentar.
*Suzana Maria de Conto é professora da UCS (Universidade de Caxias do Sul) e voluntária

http://noticias.universia.com.br/destaque/noticia/2005/01/11/491532/ser-voluntario.html